Estava eu tranquilo, curtindo um dia de frio em casa, matando tempo, de moleton e pés para o alto, quando um pop-up do MSN chega e começo a seguinte conversa:
'Audrey diz:
tonelo
Audrey diz:
quero que vc poste uma coisa no seu blog
Eles são grandes, mas a gente é ruim. diz:
o quê, honey pie?
Audrey diz:
quero que vc faça um texto para as mulheres entenderem o pq de algumas coisas
Audrey diz:
1- deixar a tampa do vaso pra cima
Audrey diz:
2- o que leva o cara ligar ou não no dia seguinte
Audrey diz:
3- a dificuldade de entender o que a gente quer dizer no pensamento, e não o que estamos falando da boca pra fora
Audrey diz:
4- a dificuldade de lembrar datas importantes
Audrey diz:
e mais algumas que vc lembrar'
Audrey, cujo nome verdadeiro não irei revelar, costuma ler e até inspirou coisa ou outra neste blog, cujos textos também não irei revelar...
Não costumo ser pau-mandado e odeio escrever textos a pedido. Mas, como se trata de alguém que já ajudou, resolvi escrever algo sobre.
Como está frio, a preguiça é enorme, farei deste o primeiro de quatro posts. Assim, escrevo menos.
1 - Deixar a tampa do vaso para cima
(ou, como prefiro chamar, prevenção é o melhor negócio)
Caríssima leitora de nascença,
Existe um princípio físico muito simples, chamado princípio de Bernoulli, dado pela seguinte equação:

(retirado de http://pt.wikipedia.org/wiki/Princ%C3%ADpio_de_Bernoulli)
Ele consiste que se um líquido estiver escoando em um estado de fluxo contínuo, a pressão deste líquido está amarrada a velocidade do mesmo.
Mais velocidade, implica em menos pressão deste fluido e vice-versa.
Vamos passar este princípio para nossa realidade.
Você, leitora, nascida com um apetrecho interessante, estético e diria até aerodinâmico, não sabe as implicâncias deste princípio em nossos instáveis, feios, porém úteis aparatos concedido-nos desde nascença.
Em um caso ideal, quando aplicássemos esta pressão em nossos móveis membros, teriamos fluxo continuo até o fim de nossa utilização, assim sendo, velocidade e pressão constantes, sem mudança de trajetória e evitando acidentes.
Na vida real, não é bem assim...
Trabalhamos com inconstâncias e variáveis, tais como: rigidez/flacidez, quantidade de líquido/cerveja ingerida e até um eventual espirro.
Qualquer mudança nestas variáveis pode causar um erro de trajetória tão grande que, em moldes maiores, seria errar a saída na Anchieta e se deparar no meio de Diadema...
Resumindo, se os argumentos físicos não agradam, fica este:
"Melhor um assento levantado, do que ter que secar a urina do próximo."

